A corrida de rua representa uma das formas mais populares de atividade física, mas também impõe demandas biomecânicas significativas ao aparelho locomotor. Entender o tipo de pisada—a maneira como o pé toca o chão, distribui o peso e impulsiona o corpo—é fundamental para otimizar o desempenho, a eficiência da passada e, crucialmente, prevenir lesões.
1.1. O Contexto Biomecânico da Corrida de Rua
A corrida não é simplesmente uma marcha acelerada; é um ciclo de movimento onde as fases de apoio são significativamente mais curtas e as forças de reação do solo (FRS) são de magnitude elevada em comparação com a caminhada. Durante a corrida, o pé deve atuar primariamente como um absorvedor de choque e, subsequentemente, como uma alavanca rígida para a propulsão.
A classificação da pisada (neutra, pronada ou supinada) descreve a cinemática tridimensional do pé durante a fase de apoio. Este movimento complexo envolve principalmente a articulação subtalar e a distribuição de peso, influenciando diretamente a absorção de impacto, a estabilidade e a prevenção de lesões. Uma disfunção na maneira como o pé lida com o impacto compromete o ciclo completo de absorção/propulsão.
O corpo humano opera como uma cadeia cinética interconectada. No contexto da corrida, o pé estabelece contato com o solo e se torna o segmento distal fixo. Este cenário define a corrida como um exercício em cadeia cinética fechada (CCF). Neste sistema, o movimento em uma articulação (como o tornozelo) afeta e é afetado pelas estruturas proximais, incluindo joelho, quadril e pelve.
O entendimento moderno da patomecânica da corrida enfatiza a relação bidirecional entre o pé e as estruturas superiores. Estudos biomecânicos têm demonstrado que o desalinhamento distal, como a pronação excessiva, nem sempre é o problema primário, mas pode ser uma consequência. Observa-se frequentemente que a pronação do tornozelo é induzida por um desalinhamento que se inicia mais acima, conhecido como o “colapso medial dos joelhos”.
Este colapso medial é uma combinação de movimentos proximais, que inclui a queda da pelve, a adução e rotação interna do quadril, e o valgismo do joelho. Essa sobrecarga descendente direcionada medialmente força o tornozelo a pronação. A implicação clínica dessa causalidade reversa é profunda: se a fraqueza muscular no quadril ou na pelve é o gatilho da hiperpronação, o tratamento focado exclusivamente no pé com um tênis de estabilidade não resolve a raiz do problema. Portanto, uma avaliação biomecânica completa, que inclua a região do Core e do quadril, é indispensável, e o fortalecimento proximal deve ser o foco da prevenção e reabilitação para construir estabilidade intrínseca.
A pronação e a supinação são movimentos fisiológicos essenciais. A patologia surge apenas quando o movimento é excessivo (hiperpronação) ou insuficiente (subpronação).
A pronação fisiológica é o movimento necessário para desbloquear o mediopé imediatamente após o contato inicial. Essa rotação interna controlada permite que o pé se torne mais flexível, absorvendo o choque do impacto e adaptando-se às irregularidades do solo.
A supinação fisiológica, por outro lado, é crucial no final da fase de apoio. Ela atua travando as articulações do mediopé, tornando o pé rígido (estrutura de alavanca) para a fase de propulsão (impulso ou toe-off), garantindo uma transferência de energia eficiente.
O desequilíbrio ocorre quando a rotação interna é exagerada (pisada pronada) ou quando o pé permanece rígido e lateralizado (pisada supinada), comprometendo severamente a sequência ideal de absorção e propulsão.
Tipologias de Pisada: Cinemática, Arco Plantar e Absorção de Choque
A classificação da pisada baseia-se em como o pé realiza a transição da fase de contato para a fase de apoio médio. As três categorias principais refletem variações na magnitude e no timing da pronação.
Pisada Neutra (O Padrão Equilibrado)
A pisada neutra é frequentemente citada como o padrão ideal e mais equilibrado em termos de biomecânica.
O pé neutro inicia o contato no bordo externo do calcanhar e, em seguida, realiza uma pronação controlada e limitada, tipicamente em torno de 15%. Este movimento é suficiente para amortecer o impacto sem causar um colapso estrutural. O peso é então distribuído de forma uniforme ao longo da planta do pé, e a transição para a propulsão é eficiente. O tornozelo e o pé mantêm um alinhamento ideal ao longo do ciclo de apoio.
Corredores neutros se beneficiam de tênis que oferecem um equilíbrio entre amortecimento e flexibilidade, pois a estabilidade inerente de seu pé já é eficaz. O padrão de desgaste do calçado, embora não seja um diagnóstico conclusivo, tende a ser simétrico, com maior desgaste na parte externa do calcanhar e, mais notavelmente, na parte interna do antepé, sob o dedão.
Pisada Pronada (Hiperpronação)
A pisada pronada é o tipo mais comum entre os corredores.
A característica clínica é a rotação interna excessiva e/ou prolongada do pé após o contato inicial. O pé toca o chão com a parte externa do calcanhar, mas a rotação interna subsequente é exagerada, fazendo com que a parte interna da planta do pé toque o solo primeiro e o arco plantar desabe (pé plano ou arco baixo). Clinicamente, esse posicionamento do tornozelo é conhecido como tornozelo valgo.
O mecanismo biomecânico de falha reside no comprometimento do amortecimento. O arco plantar é a estrutura principal responsável pela dissipação de impacto. Quando a pronação é exagerada, o arco desaba, a recepção de peso é prejudicada, e a força de impacto, que deveria ser distribuída, sobrecarrega as articulações do pé e, por extensão, as estruturas proximais. O desgaste típico nos calçados de um pronador é acentuado na parte interna e medial do solado.
2.3. Pisada Supinada (Subpronação)
A pisada supinada, ou subpronada, é a menos frequente, mas apresenta um perfil de risco distinto.
Neste padrão, a rotação interna do pé é limitada ou inexistente. O peso é mantido predominantemente na borda externa (lateral) do pé durante toda a fase de apoio. Corredores supinadores frequentemente apresentam arcos altos (pé cavo), resultando em um pé naturalmente mais rígido.
O mecanismo biomecânico de falha é a rigidez. A falta de pronação fisiológica impede o pé de absorver o choque de maneira eficaz. A força de reação do solo concentra-se em uma área lateral muito menor, resultando em picos de pressão localizados, rígidos e elevados, que não são dissipados de maneira adequada. O desgaste do calçado é mais acentuado na lateral externa.
A Tabela I a seguir resume as principais características cinemáticas das tipologias de pisada.
Tabela I: Resumo Comparativo da Cinemática da Pisada
| Tipo de Pisada | Movimento de Rotação (Prono/Supino) | Ponto de Contato Inicial | Alinhamento do Arco Plantar | Padrão de Desgaste do Solado |
| Neutra | Pronação controlada (aproximadamente 15%) | Parte externa do calcanhar | Distribuição uniforme | Desgaste externo no calcanhar, interno no antepé |
| Pronada | Rotação interna excessiva e prolongada | Parte interna da planta/calcanhar | Rebaixamento excessivo (pé plano) | Desgaste acentuado na parte interna (medial) |
| Supinada | Rotação interna limitada ou ausente (rígida) | Borda externa (lateral) do pé | Arco alto e rígido (pé cavo) | Desgaste acentuado na parte externa (lateral) |
Perfis de Risco de Lesão na Corrida: Patofisiologia e Causalidade
As disfunções da pisada criam perfis de risco de lesão diametralmente opostos, baseados na natureza da sobrecarga: rotação e estiramento (pronada) versus impacto concentrado e rigidez (supinada).
Lesões Por Sobrecarga Rotacional (Pisada Pronada Excessiva)
A hiperpronação gera instabilidade contínua e coloca as estruturas mediais sob estiramento e tensão crônica. A lista de patologias mais comuns entre corredores pronadores é vasta:
- Tendinopatias: A pronação excessiva aumenta o estresse de tração no tendão de Aquiles, frequentemente resultando em inflamação e dor, condição conhecida como tendinite de Aquiles. Há também o risco de insuficiência do tendão tibial posterior, que é crucial para manter o arco.
- Sobrecarga Óssea e Tecidual: O colapso do arco e a tração constante nas estruturas mediais favorecem a Síndrome da Tensão Medial da Tíbia (Canelite) e a Fascite Plantar (inflamação da fáscia na sola do pé). O estresse ósseo causado pelo esforço excessivo e instabilidade pode levar a contusões ou fraturas nos ossos do pé e da perna.
- Consequências Articulares Proximais: O desalinhamento do tornozelo se propaga para o joelho, resultando em desalinhamento em valgo (“joelho em X”) e aumentando a probabilidade de dor na região interna do joelho, condromalácia patelar e tendinite patelar.
- Implicações de 2ª Ordem: A pressão e fricção aumentadas na região interna do pé devido ao alinhamento inadequado podem levar à formação de calos e, em casos mais graves, ao Hálux Valgo (Joanete).
Lesões Por Impacto e Rigidez (Pisada Supinada)
A pisada supinada é caracterizada pela falha em absorver o choque, concentrando a força na borda lateral rígida do pé.
- Fraturas por Estresse: Este é um risco primário para o corredor supinado. Devido à rigidez do pé e à falha na dissipação do impacto pela pronação fisiológica, a força é transferida diretamente para os ossos. O impacto repetitivo pode causar pequenas fissuras ósseas, frequentemente nos metatarsos (fraturas por estresse), que são agravadas pela ausência de amortecimento natural.
- Instabilidade do Tornozelo: A concentração de peso na lateral externa aumenta a tendência de o pé “cair para fora” durante o apoio, predispôndo o corredor a entorses por inversão, com risco de danos aos ligamentos laterais.
- Sobrecarga Muscular: A tensão excessiva na musculatura da perna, resultante da rigidez, pode levar a dores na panturrilha e retração da fáscia plantar, contribuindo para a fascite plantar. Além disso, pode haver desgaste prematuro nas cartilagens do joelho devido à transmissão inadequada do choque.
É essencial reconhecer a distinção nos mecanismos de lesão. O corredor pronador sofre principalmente com lesões de estiramento e rotação de tecidos moles (tendinopatias, fascite), enquanto o corredor supinador tende a desenvolver lesões de compressão e impacto concentrado (fraturas ósseas e entorses). Essa diferença é crucial para o planejamento de qualquer intervenção terapêutica.
Tabela II: Correlação entre Pisada Irregular e Perfil de Lesão
| Tipo de Pisada | Mecanismo de Lesão Primário | Patologias Comuns Associadas |
| Pronada | Rotação interna excessiva, instabilidade, estiramento tecidual. | Tendinite de Aquiles, Fascite Plantar, Canelite, Hálux Valgo (Joanete), Dor no joelho (Valgismo) |
| Supinada | Rigidez excessiva, absorção de choque deficiente, concentração de impacto lateral. | Fraturas por Estresse (Metatarsos), Entorses de Tornozelo por inversão, Tensão na Panturrilha |
Métodos de Avaliação Biomecânica e a Importância do Diagnóstico Dinâmico
A identificação precisa do tipo de pisada é o ponto de partida para a prevenção e o tratamento, mas a profundidade da avaliação deve ser proporcional à presença e gravidade dos sintomas.
Métodos caseiros de triagem, como a análise do desgaste do calçado usado ou o teste da pegada molhada (observando se o arco está desabado ou levantado), são indicativos úteis, mas não constituem um diagnóstico clínico robusto. Embora ajudem a levantar a suspeita de pronação ou supinação, eles não quantificam o movimento nem revelam as disfunções proximais associadas.
Para obter um diagnóstico preciso e guiar intervenções personalizadas, o recurso a métodos profissionais é necessário.
A Baropodometria utiliza plataformas de força e esteiras com sensores para mapear e quantificar os picos de pressão plantar. Este exame fornece dados sobre a distribuição do peso tanto na postura estática quanto durante a dinâmica da marcha ou corrida, permitindo mensurar o grau exato de supinação ou pronação.
O método mais robusto e completo é a Avaliação Biocinética Tridimensional (3D) da Corrida. Essa análise em tempo real fornece dados cinemáticos e cinéticos sobre a corrida. Ao observar o movimento, especialmente do calcanhar na fase de apoio, e quantificar a cinemática de corrida, os profissionais podem verificar se a pronação é de fato excessiva e, mais importante, identificar a origem do desalinhamento.
A avaliação biomecânica 3D permite diagnosticar se a pronação excessiva é primariamente distal (no pé) ou se é uma compensação induzida pelo “colapso medial” do joelho, quadril e pelve. Para corredores com lesões recorrentes ou sintomas persistentes, uma avaliação detalhada que cubra a cadeia cinética completa é crucial para identificar a origem real do problema. Um diagnóstico preciso deve sempre ser realizado por um profissional de saúde qualificado (fisioterapeuta, ortopedista).
Estratégias de Intervenção e Controvérsias: Calçados, Órteses e Treinamento
O tratamento para desequilíbrios da pisada visa realinhar o pé, otimizar a absorção de impacto e fortalecer os músculos responsáveis pela estabilidade proximal.
Tênis de Corrida Específico: Suporte vs. Evidência
A indústria de calçados esportivos oferece modelos específicos com o objetivo de prevenir lesões ao controlar o movimento do pé.
- Para Pronadores: O ideal é buscar tênis que ofereçam suporte e estabilidade, geralmente contendo uma base mais rígida na parte medial e interna do calçado, projetada para controlar a rotação excessiva. O objetivo é ajudar a manter o alinhamento correto, tornando a passada mais eficiente.
- Para Supinadores: Para quem tem pisada supinada, a recomendação é investir em modelos com bastante amortecimento e uma estrutura mais macia, com o objetivo de absorver o impacto concentrado na parte externa do pé.
Apesar da ampla recomendação industrial, a literatura científica levanta controvérsias significativas sobre a eficácia dos tênis de estabilidade. Estudos rigorosos não encontraram evidências sólidas que sustentem que tênis com correção de pisada reduzam o índice de lesões em comparação com tênis sem correção. De fato, a incidência de lesões permanece alta (entre 37% e 56%), mesmo com o uso generalizado desses calçados.
A pesquisa aponta que um dos maiores fatores de prevenção de lesões é, na verdade, a escolha de um calçado confortável. Priorizar o conforto percebido deve ser o princípio fundamental, mais do que seguir estritamente a classificação da pisada. Além disso, a tecnologia de amortecimento presente em muitos tênis pode, em alguns casos, diminuir a propriocepção (a capacidade do pé de sentir o solo e fazer ajustes finos), o que paradoxalmente pode aumentar o risco de lesões.
Palmilhas Ortopédicas Personalizadas (Órteses)
No cenário de intervenção passiva, as palmilhas ortopédicas personalizadas são consideradas por muitos especialistas uma solução mais precisa e clinicamente direcionada do que o calçado genérico.
As palmilhas sob medida são projetadas para fornecer suporte personalizado e corrigir padrões de pronação excessiva ou supinação, visando uma pisada mais neutra e reduzindo o risco de lesões relacionadas a esses movimentos. Elas são fundamentais em casos de desequilíbrios severos, como pé chato, pé cavo, fascite plantar, esporão de calcâneo e dores frequentes. Além do suporte de alinhamento, as palmilhas personalizadas oferecem amortecimento adicional em áreas específicas, absorvendo o impacto e reduzindo a carga sobre as articulações.
A capacidade de transferir a órtese entre diferentes calçados (incluindo modelos neutros) e a precisão na correção das variações anatômicas individuais conferem à palmilha personalizada uma vantagem significativa sobre a abordagem genérica do tênis.
A Intervenção Ativa: Fortalecimento e Reabilitação
Independentemente da intervenção passiva escolhida, a estratégia mais eficaz e duradoura é a correção biomecânica ativa por meio do treinamento de força e reabilitação. Isso aborda a causa raiz dos desalinhamentos, especialmente aqueles que se originam de disfunções proximais, como o colapso medial.
O principal objetivo terapêutico é o fortalecimento das estruturas proximais, particularmente os músculos do quadril (como os abdutores e rotadores externos) e a estabilidade do Core. Fortalecer essas regiões é crucial para prevenir a queda pélvica e a rotação interna do fêmur, que são os principais gatilhos para a pronação distal.
Um programa fisioterapêutico deve incluir exercícios direcionados, muitas vezes realizados em cadeia cinética fechada, que visam estabilizar o quadril e a pelve. Ao construir estabilidade intrínseca, o corredor reduz a dependência de dispositivos externos de controle de movimento e melhora a eficiência geral da passada.
A prática clínica ideal sugere uma abordagem híbrida: utilizar dispositivos passivos precisos, como palmilhas ortopédicas personalizadas, para realinhamento imediato e alívio da dor, e, simultaneamente, implementar um programa ativo de fortalecimento e reabilitação para abordar a causa proximal e construir a estabilidade muscular intrínseca.
Conclusão Técnica e Perspectivas para a Otimização da Corrida
A classificação da pisada (pronada, neutra ou supinada) é um referencial biomecânico vital que ajuda a prever perfis de risco de lesão. No entanto, o tipo de pisada não deve ser o único fator decisivo na prevenção de lesões ou na escolha do equipamento. A complexidade da corrida em cadeia cinética fechada exige uma visão que integre o pé, o tornozelo, o joelho e, fundamentalmente, o quadril.
O diagnóstico preciso e dinâmico é a primeira etapa para a otimização da corrida. Embora a pisada neutra seja considerada o padrão de maior eficiência, promovendo uma melhor absorção e transferência de energia, corredores com hiperpronação ou supinação podem mitigar seus riscos. O corredor deve priorizar três elementos-chave:
- Conforto do Calçado: A escolha de um tênis confortável é um fator de prevenção de lesões superior à dependência exclusiva do tipo de correção.
- Intervenção Personalizada: Em casos sintomáticos ou de desalinhamento severo, as palmilhas ortopédicas sob medida oferecem uma correção mais precisa e clinicamente fundamentada do que o calçado genérico de estabilidade.
- Correção Ativa: A intervenção mais crítica para a prevenção de lesões é o fortalecimento dos músculos proximais (quadril e Core), que controlam o alinhamento da cadeia cinética e previnem a pronação induzida pela fraqueza.
O futuro da prevenção de lesões na corrida de rua aponta para uma análise cada vez mais individualizada da cinemática de corrida e da força muscular intrínseca, afastando-se da prescrição genérica baseada apenas na classificação da pisada distal.
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